Porteiro físico ou virtual, qual a melhor solução?

pic

Uma das vantagens do primeiro está no foco, restrito ao controle de acesso, enquanto o funcionário atuante na guarita pode ficar desconcentrado mediante solicitações de moradores, exemplifica. De outro modo, porém, “em condomínios maiores, o custo da portaria virtual se torna alto, acima do custo do presencial, devido à necessidade de haver mais operadoras”, compara.

Diretor de uma das empresas parceiras de Audrey na automatização e monitoramento das portarias, Fabricio Figueiredo destaca requisitos mínimos para que o sistema tenha eficiência:

– Todos os portões de acesso (pedestres e veículos) devem ser automatizados e geridos pelas operadoras de portaria;

– O aparato tecnológico deve incluir: Câmeras posicionadas nas entradas e saídas de cada acesso (portão); leitores (biométricos, cartões e/ou senhas) para a identificação dos moradores; interfones para a comunicação com visitantes, prestadores de serviços e moradores; nobreak; painel de controle de todos esses equipamentos, de preferência interligado a um gerador de energia; acesso à internet; e,

– Padronização dos procedimentos de acesso. Entretanto, a despeito de haver ou não o porteiro virtual, Fabrício destaca que a atualização tecnológica em segurança é inescapável aos condomínios. “Quanto mais se avança em equipamentos e procedimentos, menos o prédio atrai invasões e outros eventos. O invasor é inteligente, atualizado e tem seus medos, na escolha do alvo ele considera a movimentação, os procedimentos de adotados pelo condomínio e, principalmente, o sistema de segurança que terá que driblar para invadir. 90% das invasões podem ser inibidas neste momento”.

Fonte: http://direcionalcondominios.com.br/sindicos/materias/item/2788-portaria-automatizada-em-residencial-do-morumbi-como-sou-movido-a-gente-tiro-isso-de-letra.html